Lençóis Paulista, São Paulo, Brazil
Nasceu na cidade de Botucatu - SP no dia 30 de julho de 1974. Foi ordenado presbítero nos dia 23 de abril de 1999 pela imposição das mãos do então Arcebispo Metropolitano de Botucatu, Dom Antonio Maria Mucciolo. Foi designado pároco na Paróquia N.Sra. dos Remédios no município de Anhembi - SP onde exerceu seu ministério de junho de 1999 a junho de 2004. Desde 06 de junho de 2004 é pároco da Paróquia São Pedro e São Paulo de Lençóis Paulista - SP.

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Abraço
CM

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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

CINCO ANOS SEM PADRE LÉO

Amados irmãos e irmãs
Está completando cinco anos do falecimento do Pe. Léo.
Quem não conhece esse grande profeta?
Impossível não conhecê-lo. Lembremos das ungidas pregações com multidões no rincão na Canção Nova. Não vou esquecer a última: "Buscai as coisas do Alto!"
Tive a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente. Estive muitas vezes na Canção Nova. De vez em quando ia ministrar o sacramento da confissão na Casa Mãe e Mestra. Depois de um dia intenso de confissões os padres iam concelebrar. Várias vezes concelebrei com Pe. Léo. Tinha uma alegria contagiante ainda que ele era sério quando chegava para se paramentar para presidir as missas. Conversarva conosco com simplicidade e amava o que fazia.
Como sacerdote a 12 anos tenho muito que agradecer Pe. Léo. Tanto em Anhembi como aqui em Lençóis Paulista, sempre parava para ouvir suas pregações que fazia-me soerguer diante dos cansaço e solidão sacerdotal. Pe. Léo foi um grande instrumento para pessoas voltarem ao seio da Igreja Católica. Muitos deixavam vícios e renovavam sua fé.
Quem não lembra suas estórinhas capazes de prender qualquer pessoa para que soubesse o fim das mesmas com fundo de moral inacreditável?
Pois bem. Já não está fisicamente entre nós. Mas a Canção Nova tem feito um trabalho bonito de deixar memória desse grande homem sacerdote que ainda faz vibrar nosso coração com a Palavra que sempre ele acreditou: Jesus. Como diz um Prefácio da Missa: "A vida não é tirada mas transformada". Cremos. Pe. Léo está vivo!
Abraço fraterno
CM

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

SÃO JOÃO DA CRUZ


Amados
Hoje é dia do grande Santo São João da Cruz.  Vejamos sua história.

O santo deste dia é conhecido como "doutor místico": São João da Cruz. Nasceu em Fontiveros, na Espanha, em 1542. Seus pais, Gonçalo e Catarina, eram pobres tecelões. Gonçalo morreu cedo e a viúva teve de passar por dificuldades enormes para sustentar os três filhos: Francisco, João e Luís, sendo que este último morreu quando ainda era criança. Como João de Yepes (era este o seu nome de batismo) mostrou-se inclinado para os estudos, a mãe o enviou para o Colégio da Doutrina. Em 1551, os padres jesuítas fundaram um colégio em Medina (centro comercial de Castela).
Nele, esse grande santo estudou Ciências Humanas.
Com 21 anos, sentiu o chamado à vida religiosa e entrou na Ordem Carmelita, na qual pede o hábito. Nos tempos livres, gostava de visitar os doentes nos hospitais, servindo de enfermeiro. Ocasião em que passou a ser chamado de João de Santa Maria. Devido ao talento e à virtude, rapidamente foi destinado para o colégio de Santo André, pertencente à Ordem, em Salamanca, ao lado da famosa Universidade. Ali, estudou Artes e Teologia.
Foi nesse colégio nomeado de "prefeito dos estudantes",
o que indica o seu aproveitamento e a estima que os demais tinham por ele.
Em 1567 foi ordenado sacerdote.
Desejando uma disciplina mais rígida, São João da Cruz quase saiu da Ordem para ir ingressar na Ordem dos Cartuxos, mas, felizmente, encontrou-se com a reformadora dos Carmelos, Santa Teresa D'Ávila, a qual havia recebido autorização para a reforma dos conventos masculinos. João, empenhado na reforma, conheceu o sofrimento, as perseguições e tantas outras resistências. Chegou a ficar nove meses preso num convento em Toledo, até que conseguiu fugir. Dessa forma, o santo espanhol transformou, em Deus, todos as cruzes num meio de santificação para si e para os irmãos. Três coisas pediu e acabou recebendo de Deus: primeiro: força para trabalhar e sofrer muito; segundo: não sair deste mundo como superior de uma comunidade;
e terceiro: morrer desprezado e escarnecido pelos homens.
Pregador, místico, escritor e poeta, esse grande santo da Igreja faleceu após uma penosíssima enfermidade, em 1591, com 49 anos de idade. Foi canonizado no ano de 1726 e, em 1926, o Papa Pio XI o declarou Doutor da Igreja. Escreveu obras bem conhecidas como: Subida do Monte Carmelo; Noite escura da alma (estas duas fazem parte de um todo, que ficou inacabado); Cântico espiritual e Chama viva de amor. No decurso delas, o itinerário que a alma percorre é claro e certeiro. Negação e purificação das suas desordens sob todos os aspectos.
São João da Cruz é o Doutor Místico por antonomásia, da Igreja, o representante principal da sua mística no mundo, a figura mais ilustre da cultura espanhola e uma das principais da cultura universal. Foi adotado como Patrono da Rádio, pois, quando pregava,
a sua voz chegava muito longe.

São João da Cruz, rogai por nós!

Fonte: CN

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

MAIS UM PAI DA FÉ




Amados irmãos e irmãs
Existe algo mais a falar desse Pequeno Grande Santo?


Um dia perguntaram o que mais me chamava a atenção em São Francisco e, nessa inesperada
pergunta - que no momento dela devo ter falado alguma coisa qualquer - hoje respondo-a numa certa noção que para descrever sobre o Pai Seráfico poderíamos partir do princípio da ousadia.
Quem tem coragem de
romper com as internas e externas seguranças da nossa vulnerável existência?
Não sei você leitor, mas admiravelmente, santa inveja tenho desse HOMEM DE OUSADIA.
Mas pensando bem, nós não temos fé?
Temos ou não temos? (rsrsrsrs)
Abraço
CM

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

SÃO JERÔNIMO, O SANTO DA CROÁCIA


Amados irmãos e irmãs
Hoje estamos comemorando litúrgicamente São Jerônimo, presbítero e doutor da Igreja.
Seu papel foi fundamental na história do Cristianismo por ser responsável
pela tradução das Sagradas Escrituras para o latim.

" São Jerônimo, presbítero e doutor da Igreja, nasceu na Dalmácia, onde hoje é a Croácia, por volta do ano 340. Tendo herdado dos pais pequena fortuna, utilizou-a para realizar sua vocação dedicando-se profundamente aos estudos. Em virtude disso, viajou para Roma, onde estudou com os melhores mestres de Retórica da época.
Aos 25 anos de idade foi batizado pelo Papa Libério; logo em seguida, viajou à Síria, onde viria a conhecer e praticar o rigor da vida monástica vivida no Oriente. Nesse país prestou serviços relevantes ao bispo Paulino, que quis ordená-lo sacerdote. No entanto, Jerônimo não sentia vocação à atividade pastoral e praticamente não exerceu o ministério sacerdotal. Tendo que optar entre sua vocação inata de escritor e o chamamento à ascese monacal, encontrou a conciliação entre estes extremos que marcaria o caminho de sua vida: seria um monge, mas um monge para quem o retiro era ocasião de dedicação total aos estudos.
Dentro dessa vocação, tendo em vista a extraordinária inteligência, estudou hebraico e aperfeiçoou seus conhecimentos do grego para poder compreender melhor as Sagradas Escrituras nas línguas originais.
Por convite do Papa Dâmaso, foi chamado a Roma, onde viria a ser secretário particular do Santo Padre, recebendo a tarefa de traduzir a Bíblia para o latim.
A tarefa que São Jerônimo começou em Roma iria durar praticamente por toda a vida. O conjunto de sua tradução da Sagrada Escritura para o latim chamou-se “Vulgata”e foi o texto mais utilizado pela Igreja nos séculos posteriores, tornando-se oficial com o Concílio de Trento; só mudando essa realidade, ultimamente, por conta das novas traduções. Na tradução, São Jerônimo revela agudo senso crítico, amor incontido pela Palavra de Deus e riqueza de informações sobre os tempos e lugares relativos à Bíblia.
Já no fim de sua vida, triste por certas intrigas do meio romano, retirou-se para Belém, onde, vivendo como monge, continuou, até a morte, seus estudos e trabalhos bíblicos, vindo a falecer no ano de 420. São Jerônimo foi vigoroso, inteligente e de temperamento indomável. Foi declarado Padroeiro dos Estudos Bíblicos e o “Dia da Bíblia” foi estabelecido exatamente no último domingo de setembro em homenagem à data de sua morte.
Dentre as frases desse grande santo da Igreja mais conhecidas está: “Cristo é o poder de Deus e a sabedoria de Deus, e quem ignora as Escrituras ignora o poder e a sabedoria de Deus; portanto, ignorar as Escrituras Sagradas é ignorar a Cristo”.
 Assim, nesse dia, vale a pena lembrar o desejo do Santo Padre Bento XVI de estar levando toda a Igreja a animação  bíblica da pastoral. Segundo o Santo Padre, "o Sínodo (da Palavra) convidou a um esforço pastoral particular para que a Palavra de Deus apareça em lugar central na vida da Igreja, recomendando que se incremente a pastoral bíblica, não em justaposição com outras formas de pastoral mas como animação bílbica da pastoral inteira." (Verbum Domini, 73). O Papa Ratzinger continua seu raciocínio dizendo que "não se trata simplesmente de acrescentar qualquer encontro na paróquia ou na diocese, mas de verificar que, nas atividades habituais das comunidades cristãs, nas paróquias, nas associações e nos movimentos, se tenha realmente a peito o encontro pessoal com Cristo que Se comunica a nós na sua Palavra" (Verbum Dei, 70).
Desse modo, em todas as instâncias de pastorais, movimentos, associações e serviços que compõe o montante de atividades na comunidade dos fiéis, tenham a ousadia de ordinariamente implantar uma  animação bíblica que se torne entre todas essas realidades uma Pastoral Bíblica cheia de vida e entusiasmo que leve o maior número de pessoas ao conhecimento da Pessoa de Cristo, Nosso Mestre e Verbo Eterno do Pai. Precisamos iniciar num trabalho fecundo por esse pedido papal.
Abraço fraterno
Côn. Marcelo

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

PADRE PIO DE PIETRELCINA: UM SANTO DE DEUS


Meus amados irmãos e irmãs
Hoje estamos comemorando liturgicamente São Pio de Pietrelcina.
Sem dúvida um dos grandes santos no nosso século. Tenho no coração já a muito tempo a devoção à Padre Pio. Quando era coroinha do Santuário Nossa Senhora de Lourdes, dos frades capuchinhos de Botucatu, meu saudoso, amado e  querido pai espiritual, Frei Afonso Maria Lorenzon, apresentou a vida do santo que me chamou a atenção. Lembro que Frei Afonso fazia eu ler alguns livros da história de Pe. Pio e tomava a lição. O mesmo teve a oportunidade de estar na beatificação do seu confrade em 1999, no Vaticano e, gentilmente trouxe santinhos, reliquia e livros do santo para presentear-me. Hoje, posso dizer:  muito devo a São Pio e também a frei Afonso, que sem dúvida, também é um santo que passou pela minha vida. Que saudades de Frei Afonso. Que bom experimentar a intercessão de São Pio.
Vejamos a história do Frade Santo, Pio de Pietrelcina.

Este digníssimo seguidor de S. Francisco de Assis nasceu no dia 25 de maio de 1887 em Pietrelcina (Itália). Seu nome verdadeiro era Francesco Forgione.
Ainda criança era muito assíduo com as coisas de Deus, tendo uma inigualável admiração por Nossa Senhora e o seu Filho Jesus, os quais via constantemente devido à grande familiaridade. Ainda pequenino havia se tornado amigo do seu Anjo da Guarda, a quem recorria muitas vezes para auxiliá-lo no seu trajeto nos caminhos do Evangelho.
Conta a história que ele recomendava muitas vezes as pessoas a recorrerem ao seu Anjo da Guarda estreitando assim a intimidade dos fiéis para com aquele que viria a ser o primeiro sacerdote da história da Igreja a receber os estigmas do Cristo do Calvário.
Com quinze anos de idade entrou no Noviciado da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos em Morcone, adotando o nome de "Frei Pio" e foi ordenado sacerdote em 10 de agosto de 1910 na Arquidiocese de Benevento.
Após a ordenação, Padre Pio precisou ficar com sua família até 1916, por motivos de saúde e, em setembro desse mesmo ano, foi enviado para o convento de São Giovanni Rotondo, onde permaneceu até o dia de sua morte.
Abrasado pelo amor de Deus, marcado pelo sofrimento e profundamente imerso nas realidades sobrenaturais, Padre Pio recebeu os estigmas, sinais da Paixão de Jesus Cristo, em seu próprio corpo.
Entregando-se inteiramente ao Ministério da Confissão, buscava por meio desse sacramento aliviar os sofrimentos atrozes do coração de seus fiéis e libertá-los das garras do demônio, conhecido por ele como "barba azul".
Torturado, tentado e testado muitas vezes pelo maligno, esse grande santo sabia muito da sua astúcia no afã de desviar os filhos de Deus do caminho da fé. Percebendo que não somente deveria aliviar o sofrimento espiritual, recebeu de Deus a inspiração de construir um grande hospital, conhecido como "Casa Alívio do Sofrimento", que se tornou uma referência em toda a Europa. A fundação deste hospital se deu a 5 de maio de 1956.
Devido aos horrores provocados pela Segunda Guerra Mundial, Padre Pio cria os grupos de oração, verdadeiras células catalisadoras do amor e da paz de Deus, para serem instrumentos dessas virtudes no mundo que sofria e angustiava-se no vale tenebroso de lágrimas e sofrimentos.
Na ocasião do aniversário de 50 anos dos grupos de oração, Padre Pio celebrou uma Missa nesta intenção. Essa Celebração Eucarística foi o caminho para o seu Calvário definitivo, na qual entregaria a alma e o corpo ao seu grande Amor: Nosso Senhor Jesus Cristo; e a última vez em que os seus filhos espirituais veriam a quem tanto amavam.
Era madrugada do dia 23 de setembro de 1968, no seu quarto conventual com o terço entre os dedos repetindo o nome de Jesus e Maria, descansa em paz aquele que tinha abraçado a Cruz de Cristo, fazendo desta a ponte de ligação entre a terra e o céu.
Foi beatificado no dia 2 de maio de 1999 pelo Papa João Paulo II e canonizado no dia 16 de junho de 2002 também pelo saudoso Pontífice.
Padre Pio dizia: "Ficarei na porta do Paraíso até o último dos meus filhos entrar!"
São Pio de Pietrelcina, rogai por nós

Recomendo assistir a filmagem da última missa de Padre Pio
Recomendo assistir o filme do PADRE PIO. Veja o trailler.

Abraço fraterno
Côn. Marcelo